Brasileirão: Em rodada de clássicos, Santos e Flamengo vencem com autoridade, Vasco se supera e Palmeiras atropela Bragantino
Durante o último meio de semana(15,16), tivemos a vigésima oitava rodada do campeonato brasileiro, com muitos clássicos e confrontos de times próximos na tabela, onde os líderes se distanciaram ainda mais, o Mirassol se consolidando no G4, Grêmio e Vasco confirmando sua saída da disputa pelo rebaixamento, Santos melhorando e o Vitória querendo mostrar reação para sair do Z4.
Palmeiras 5 x 1 Bragantino:
O primeiro tempo começou movimentado no Allianz Parque, com o Palmeiras partindo para cima logo nos minutos iniciais. Piquerez arriscou de fora da área e obrigou Lucão a fazer boa defesa logo no primeiro minuto, mostrando que o Verdão queria ditar o ritmo do jogo.
O Bragantino, porém, respondeu à altura. A partir da metade da etapa inicial, o Massa Bruta equilibrou as ações e começou a incomodar o goleiro Weverton. Aos 35 minutos, veio o lance mais polêmico da partida: após revisão no VAR, o árbitro Raphael Claus marcou pênalti por toque de mão de Bruno Fuchs dentro da área. Jhon Jhon, revelado pelo próprio Palmeiras, cobrou com categoria e abriu o placar para o time de Bragança, aplicando a famosa “lei do ex”.
O gol gerou muita revolta entre os jogadores e o técnico Abel Ferreira, que reclamaram com veemência da marcação. Mesmo assim, o Palmeiras manteve o foco e reagiu ainda nos acréscimos do primeiro tempo. Em cobrança de escanteio, Bruno Fuchs se redimiu da penalidade cometida e subiu mais alto que a defesa para empatar a partida: 1 a 1.
Na volta do intervalo, o Verdão mostrou sua força. Com apenas 13 minutos do segundo tempo, Vitor Roque aproveitou sobra na área e virou o placar, incendiando o Allianz Parque. O domínio palmeirense ficou ainda mais evidente, e aos 28 minutos, Felipe Anderson acertou um belo chute de primeira, ampliando para 3 a 1.
Com o jogo controlado, o Palmeiras transformou a vitória em goleada. Flaco López, que havia começado no banco após retornar da seleção argentina, entrou e marcou o quarto gol com um toque preciso. Já nos minutos finais, Vitor Roque apareceu novamente para fechar o placar em 5 a 1, coroando uma atuação dominante do líder do campeonato e consolidando a equipe de Abel Ferreira na ponta da tabela.
Botafogo 0 x 3 Flamengo:
O clássico no Nilton Santos começou equilibrado, com o Flamengo controlando mais a posse de bola e o Botafogo apostando em rápidas transições ofensivas para tentar surpreender. As duas equipes criaram boas oportunidades, mas o gol só saiu no momento em que o Alvinegro vivia seu melhor momento no jogo.
Aos 38 minutos, Arrascaeta fez grande jogada individual pelo meio, deixou a marcação para trás e tocou com categoria para Pedro finalizar no canto esquerdo, abrindo o placar para o Rubro-Negro.
Atrás no marcador, o Botafogo voltou para o segundo tempo pressionando, tentando empatar logo nos primeiros minutos. Porém, o Flamengo conseguiu retomar o controle da posse de bola e esfriar o ímpeto do rival. O clima esquentou aos 12 minutos, quando Santi Rodríguez e Emerson Royal se desentenderam em disputa de bola. O lateral rubro-negro acabou advertido com cartão amarelo após atingir o rosto do uruguaio com o braço.
Com o jogo mais tenso e truncado, as faltas começaram a se multiplicar dos dois lados. Aos 17 minutos, Arrascaeta teve chance de ampliar em cobrança de falta, mas mandou por cima do travessão. Na sequência, Joaquin Correa respondeu em lance parecido, levando perigo ao gol de Rossi.
A partida ficou aberta até os 24 minutos, quando Pedro encontrou Luiz Araújo livre na entrada da área. O camisa 7 bateu rasteiro, por entre as pernas de Léo Linck, para fazer 2 a 0. O Botafogo sentiu o golpe e, dez minutos depois, errou na saída de bola. Cuiabano foi desarmado, e Plata aproveitou para marcar o terceiro e transformar a vitória em goleada.
A torcida alvinegra, revoltada, começou a deixar o estádio antes do apito final, enquanto os flamenguistas celebravam com gritos de “Olé” a cada toque na bola. Nos minutos finais, o Botafogo ainda buscou o gol de honra com Chris Ramos, mas Rossi fez grande defesa e garantiu o 3 a 0.
Com o resultado, o Flamengo manteve a perseguição ao líder Palmeiras e mostrou força em um dos clássicos mais quentes da temporada.
Mirassol 3 x 1 Internacional:
Jogando no estádio Maião, o Mirassol confirmou sua ótima fase no Brasileirão e venceu o Internacional por 3 a 1, em partida marcada por falhas individuais e uma atuação desastrosa do goleiro colorado Anthoni. O time paulista, invicto em casa, mostrou consistência, intensidade e confirmou a razão de estar muito à frente do rival gaúcho na tabela.
O início de jogo já dava sinais de problemas para o Inter. Logo aos dois minutos, Reinaldo cobrou escanteio fechado, Anthoni se atrapalhou e furou, sendo salvo por Mercado, que afastou o perigo. O time de Ramon Díaz encontrava dificuldades para sair do campo de defesa e não conseguia impor seu ritmo. Aos 25 minutos, o pior aconteceu: Daniel Borges cruzou rasteiro, Neto Moura finalizou, e o goleiro colorado rebateu a bola para dentro do próprio gol, 1 a 0 para o Mirassol.
Mesmo com o baque, o Inter conseguiu reagir. Aos 38 minutos, Alan Patrick cobrou falta rasteira, Muralha soltou e Thiago Maia apareceu para empatar. O gol animou os visitantes, que quase viraram pouco depois com Vitinho, mas o chute saiu longe. Quando parecia que o empate levaria as equipes ao intervalo, o Mirassol retomou a vantagem. Aos 49, Reinaldo recebeu pela esquerda, driblou Bruno Henrique e chutou cruzado. A bola passou por baixo de Anthoni, que novamente falhou: 2 a 1 para os paulistas.
Na volta do intervalo, o pesadelo colorado continuou. Aos três minutos do segundo tempo, Reinaldo fez a inversão de jogo, Negueba dominou, limpou Bernabei e mandou um chute preciso no canto esquerdo, Anthoni até se esticou, mas não alcançou. O 3 a 1 praticamente definiu o confronto.
Com ampla vantagem, o Mirassol passou a administrar o jogo, trocando passes e controlando o ritmo. O Inter, apático, pouco ameaçava. Alan Rodríguez e Bruno Gomes ainda arriscaram de longe, mas sem perigo ao gol de Muralha. Sem reação, o Colorado apenas assistiu o time paulista confirmar mais três pontos e seguir sonhando alto.
Com o resultado, o Mirassol mantém-se invicto em casa e chega aos mesmos 32 pontos que o Internacional tem em toda a competição como mandante, mostrando a força de sua campanha. Já o Inter, novamente irregular, vê a pressão aumentar após mais uma atuação preocupante fora de casa.
Sport 1 x 1 Ceará:
Na Ilha do Retiro, Sport e Ceará fizeram um duelo equilibrado e de tempos bem distintos. O primeiro tempo foi morno, de poucas emoções e muitos erros, mas a etapa complementar ganhou ritmo e terminou com empate por 1 a 1, resultado ruim para o Leão, que segue afundado na lanterna do Brasileirão, e razoável para o Vozão, que se mantém firme no meio da tabela.
O início da partida mostrou um Sport travado na saída de bola e sem criatividade ofensiva. O Ceará, mais organizado, dominava levemente a posse e chegava com mais perigo. Aos 17 minutos, Galeano obrigou o goleiro Gabriel a fazer boa defesa. O time pernambucano respondeu apenas aos 25, em chute de longe de Pedro Augusto. O restante da primeira etapa foi truncado, com muitas faltas e passes errados dos dois lados.
No segundo tempo, o jogo mudou completamente. As duas equipes voltaram mais agressivas e começaram a se alternar no ataque. O Sport perdeu uma chance clara com Derik, aos 22, finalizando por cima, e viu o goleiro Bruno salvar cabeçada de Luan Cândido na sequência. A resposta do Ceará veio imediata, e aos 37 minutos, Pedro Raul abriu o placar de cabeça, no contrapé de Gabriel.
A reação rubro-negra foi rápida. Quatro minutos depois, Igor Cariús aproveitou cruzamento preciso e testou firme para empatar: 1 a 1. Nos minutos finais, o jogo ficou aberto, com chances para os dois lados. Pablo quase virou para o Sport, mas acertou a rede pelo lado de fora.
Com o resultado, o Sport chegou a 17 pontos e segue isolado na última colocação, caminhando a passos largos rumo ao rebaixamento. Já o Ceará, com 35 pontos, aparece em 10º lugar e mantém viva a esperança de terminar o campeonato na primeira metade da tabela.
Fortaleza 0 x 2 Vasco da Gama:
No Castelão, o Vasco conquistou uma vitória heroica e mostrou novamente a força de sua recuperação sob o comando de Fernando Diniz. Mesmo com um jogador a menos desde o fim do primeiro tempo, o time carioca foi eficiente nas poucas chances que teve e contou com uma atuação espetacular do goleiro Léo Jardim para vencer o Fortaleza por 2 a 0.
O jogo começou equilibrado e com chances claras logo nos minutos iniciais. Breno Lopes teve a melhor delas para o Fortaleza, cara a cara com Léo Jardim, mas mandou por cima. O Vasco, mais retraído, tentava explorar os contra-ataques. Aos 38 minutos, a situação dos visitantes ficou complicada: Hugo Moura recebeu cartão vermelho direto após entrada dura, deixando o time com um a menos. Mesmo assim, o Cruzmaltino mostrou resiliência e foi premiado nos acréscimos. Em contra-ataque rápido, Rayan ganhou na corrida de Kuscevic, invadiu a área e bateu cruzado para abrir o placar.
Na volta do intervalo, o Fortaleza pressionou intensamente, criando uma sequência de chances perigosas. Breno Lopes, Ávila, Moisés e Bareiro desperdiçaram oportunidades, parando sempre em Léo Jardim, que teve atuação de gala. O goleiro vascaíno fez defesas espetaculares, garantindo a vantagem mínima até o fim.
Aos 36 minutos, o Vasco aproveitou um raro momento de respiro e matou o jogo. Matheus França lançou Puma Rodríguez na direita, o lateral cruzou rasteiro, Brenno rebateu mal e David, livre, pegou de primeira para fazer o segundo.
O apito final confirmou o triunfo heroico do Vasco, que mesmo com um jogador a menos, conquistou três pontos preciosos e segue em ascensão no campeonato. O Fortaleza, por outro lado, acumulou mais uma derrota e desperdiçou a chance de se afastar da zona de rebaixamento.
Santos 3 x 1 Corinthians:
Na Vila Belmiro, o Santos dominou o clássico alvinegro do início ao fim e venceu o Corinthians com autoridade por 3 a 1, em uma atuação convincente e intensa. O time comandado por Juan Pablo Vojvoda impôs ritmo forte desde os primeiros minutos e não deu espaço ao rival, que teve uma noite de muitos erros e pouca reação.
Logo aos 3 minutos, o Santos abriu o placar. Barreal cobrou escanteio com precisão, e Zé Rafael apareceu livre na área para cabecear firme e fazer 1 a 0. O gol deu confiança ao Peixe, que manteve o controle total da partida. O Corinthians, apático e desorganizado, errava na saída de bola e via o adversário empilhar chances. Aos 38 minutos, veio o segundo: Barreal recebeu de João Schmidt e, com espaço, acertou um lindo chute de fora da área, no ângulo direito de Felipe Longo — um golaço e o 2 a 0 ainda no primeiro tempo.
Na segunda etapa, o roteiro se repetiu. O Santos voltou pressionando e ampliou logo aos 6 minutos. O VAR identificou pênalti de Breno Bidon sobre Zé Rafael. Rollheiser cobrou com categoria, deslocando o goleiro corintiano e marcando o terceiro do Peixe.
O Corinthians tentou reagir e diminuiu com Raniele, aos 12 minutos, de cabeça após cobrança de escanteio de Matheuzinho. O técnico Lucas Silvestre ainda lançou Garro e Memphis Depay para tentar dar mais volume ofensivo, mas o time só assustou em chute de Gustavo Henrique, que acertou a trave.
Sem sofrer sustos, o Santos administrou a vantagem até o apito final e confirmou mais uma vitória em clássico, consolidando sua boa fase na competição. O Corinthians, por outro lado, segue em queda e preocupa seu torcedor com o desempenho irregular nas últimas rodadas.
Atlético Mineiro 1 x 1 Cruzeiro:
O clássico mineiro no Independência foi marcado por tensão, polêmicas e uma séria preocupação com a saúde do goleiro Cássio. O empate em 1 a 1 refletiu o equilíbrio em campo, mas o jogo ficou marcado por falhas, cartões confusos e um clima quente entre as duas equipes.
O primeiro tempo começou com forte marcação e muitos duelos físicos. Atlético e Cruzeiro buscavam acelerar em transições, forçando o erro do adversário. O Galo criou mais: Scarpa quase abriu o placar em chute perigoso dentro da área, e Bernard teve boa oportunidade logo depois, bloqueada na hora do arremate. O Cruzeiro, por sua vez, encontrou dificuldades para furar a marcação atleticana e pouco ameaçou o gol de Everson.
Aos 21 minutos, uma cena preocupante paralisou o jogo. Cássio foi atingido acidentalmente na cabeça pelo companheiro William e não conseguiu permanecer em campo. O Cruzeiro acionou o protocolo de concussão, substituindo o goleiro por Léo Aragão. Cássio foi encaminhado ao hospital e, conforme o protocolo, ficará afastado por pelo menos cinco dias, desfalcando o time na próxima rodada contra o Fortaleza.
O árbitro Paulo César Zanovelli também protagonizou momentos inusitados no primeiro tempo. Em duas ocasiões, ele confundiu os cartões ao punir Kaiki e Kaio Jorge, sacando o vermelho por engano antes de corrigir para o amarelo. O lance gerou risadas e irritação entre os jogadores.
No segundo tempo, o Cruzeiro aproveitou uma falha do rival para abrir o placar. Logo aos três minutos, Gabriel Menino recuou mal e entregou a bola para Kaio Jorge, que tocou de lado para Matheus Pereira empurrar para o gol: 1 a 0. Mas a vantagem durou pouco. Na jogada seguinte, Ruan Tressoldi subiu mais que a zaga e empatou de cabeça para o Atlético: 1 a 1.
O jogo seguiu quente. Kaio Jorge acabou expulso após fazer gesto de “roubo” para a arbitragem, flagrado pelo VAR, o cartão, inicialmente destinado a Romero, foi corrigido após a revisão. O Galo ainda acertou a trave com Dudu e tentou a virada até o fim, mas parou na boa postura defensiva da Raposa.
Com o empate, Atlético e Cruzeiro seguem lado a lado na tabela, em meio a um clássico que teve de tudo: gols, polêmicas e um susto que preocupou torcedores e companheiros.
Grêmio 2 x 0 São Paulo:
O Primeiro tempo se mostrou de grande equilíbrio, os dois times não conseguiam construir grandes jogadas, a primeira oportunidade surgiu com Marcos Rocha aos 20 minutos, porém não conseguiu concluir em gol, poucos minutos depois, Tapia faz uma finalização perigosa, mas mandou para fora. O jogo muda a partida da lesão de Alysson, Pavón entra em seu lugar e o imortal melhora
aos 34 minutos, Rafael faz grande defesa depois de finalização de Pavón, o ponta cortou para dentro e bateu colocado, mas o goleiro São-Paulino defende, poucos minutos depois, Wagner Leonardo cabeceia, mas novamente, Rafael salva, na jogada seguinte, o tricolor gaúcho abre o placar, em jogada individual de Amuzu, o belga finaliza de fora da área, a bola sobra para Carlos Vinicius, que bota para o fundo do gol, abrindo o marcador.
O segundo tempo foi inteiro controlado pelo Grêmio, que criou muitas chances para ampliar o placar, Pavón teve boa chance pela direita, mas mandou para fora, aos 52, em passe de Arthur, Edenilson vai para dentro da área, tenta o drible e é derrubado por Sabino, mas que o juiz não marca nada, porém, o VAR chama ele para rever o lance e assim ele marca a penalidade, Carlos Vinicius vai para bola e marca seu segundo gol na noite.
O Grêmio se mantinha no ataque, criando chances principalmente com Pavón, Cristian Oliveira teve uma chance incrível de frente com Rafael, mas parou no goleiro adversário, já nos acréscimos, o São Paulo tentando diminuir chegou pelo lado direito, a bola foi erguida para a área e Ferreira cabeceia na trave.
Assim o imortal tricolor vence por 2 x 0, mostra a sua recuperação no campeonato, se aproximando do pelotão da pré-libertadores, já o São Paulo, com uma grande sequência de derrotas, precisa se atentar para não cair muito na tabela do campeonato.
Fluminense 1 x 0 Juventude:
No Maracanã, o Fluminense venceu o Juventude por 1 a 0 com um gol salvador do zagueiro Thiago Silva no último minuto de jogo. Em uma partida tecnicamente fraca e repleta de erros, o Tricolor encontrou dificuldades para furar a defesa gaúcha, mas foi recompensado pela persistência e pela estrela de seu capitão.
O primeiro tempo foi de pouquíssima criatividade. O Juventude se mostrou mais perigoso dentro de sua proposta defensiva, apostando em transições rápidas. Logo no início, Gilberto e Taliari tiveram boas chances, mas pararam em Fábio. O Fluminense tinha mais posse, porém era lento e previsível, abusando dos cruzamentos e lançamentos. A melhor oportunidade do time carioca veio no fim da etapa, com Mandaca, que exigiu grande defesa do goleiro Jandrei.
Na volta do intervalo, o panorama não mudou muito. O jogo seguiu truncado, com poucos lances trabalhados e muitas bolas longas. John Kennedy entrou no lugar de Germán Cano e deu mais mobilidade ao ataque, quase marcando em jogada individual. O Juventude também assustou com Giovanny, que acertou a trave em chute de fora da área.
Quando tudo indicava que o placar terminaria zerado, uma situação inusitada decidiu o confronto. Já nos acréscimos, o árbitro marcou escanteio a favor do Fluminense após Jandrei ultrapassar o limite de oito segundos com a bola nas mãos, o goleiro segurou por dez segundos, segundo a arbitragem. Na cobrança, Riquelme levantou na área e Thiago Silva apareceu de voleio para mandar no cantinho, garantindo a vitória tricolor no apagar das luzes.
O lance gerou revolta entre os jogadores do Juventude, que reclamaram muito da marcação e do tempo de acréscimos. O árbitro encerrou a partida em meio à confusão.
Com o resultado, o Fluminense chegou aos 41 pontos, subindo para a sétima posição e ficando a apenas dois pontos do G-6. Já o Juventude segue em situação delicada, desperdiçando a chance de pontuar fora de casa e permanecendo na zona de rebaixamento.
Vitória 2 x 1 Ceará:
O Vitória encerrou um longo jejum em clássicos e venceu o Bahia por 2 a 1 no Barradão, em um jogo movimentado e cheio de emoção pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida foi equilibrada, com boas chances para os dois lados, mas decidida nas falhas defensivas e na eficiência dos donos da casa.
O primeiro tempo começou com ritmo intenso. O Bahia tentava controlar a posse, enquanto o Vitória apostava em transições rápidas e nas bolas levantadas na área. Aos 26 minutos, Ramon cruzou e a bola tocou na mão de Arias. Após revisão do VAR, o árbitro marcou pênalti. Kayzer cobrou com força no ângulo direito e marcou um verdadeiro golaço de pênalti, abrindo o placar para o Rubro-Negro.
O Bahia reagiu ainda na primeira etapa. Aos 40 minutos, Acevedo achou ótimo passe para Tiago, que dominou na área e bateu rasteiro para empatar o clássico. O Tricolor cresceu no fim do primeiro tempo, mas não conseguiu virar o placar antes do intervalo.
Na volta para a etapa final, o jogo manteve a intensidade, com as duas equipes alternando o domínio. O Vitória voltou a ficar à frente aos 15 minutos: após cruzamento da direita, Rezende tentou cortar, mas desviou mal, e Cáceres aproveitou a sobra para bater firme e fazer 2 a 1.
Com a vantagem, o time rubro-negro se fechou bem e apostou nos contra-ataques, enquanto o Bahia buscava o empate com bola aérea e finalizações de média distância. No fim, prevaleceu a eficiência do Vitória, que garantiu o triunfo diante da torcida e encerrou o jejum em Ba-Vis.
Com o resultado, o Vitória respira na tabela e ganha moral para a sequência do campeonato. Já o Bahia desperdiça a chance de encostar no G-4 e agora volta suas atenções ao duelo contra o Grêmio, na Fonte Nova, enquanto o Rubro-Negro encara o Santos, na Vila Belmiro, na próxima rodada.
Fotos: César Greco / Divulgação Flamengo / JP Pinheiro / Gabriel Silveira / Dikran Sahagian / Raul Barreta / Lucas Uebel / Lucas Merçon / Rafael Rodrigues
Comentários
Postar um comentário